Dúvidas sobre Infertilidade e Reprodução

Conheça agora as principais dúvidas sobre infertilidade e reprodução humana assistida dos pacientes em busca de tratamentos para engravidar. Confira as perguntas e respostas da Fertivitro!

1. Posso escolher o sexo do bebê?

Não, a escolha de sexo nos tratamentos de Reprodução Humana Assistida é considerada antiética de acordo com Resolução n° 2.294 de 27/05/2021 do Conselho Federal de Medicina (CFM).

Nas próprias palavras da resolução:

“As técnicas de RA não podem ser aplicadas com a intenção de selecionar o sexo (presença ou ausência de cromossomo Y) ou qualquer outra característica biológica do futuro filho, exceto para evitar doenças no possível descendente”.

Ainda, a mesma resolução determina que os embriões que forem submetidos a biópsia, por quaisquer que forem os motivos, não terão seu sexo divulgado, exceto naqueles casos nos quais serão investigadas doenças genéticas ligadas ao sexo.

2. Posso doar meus óvulos?

Sim, de acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM), em sua Resolução n° 2.294 de 27/05/2021, Parágrafo IV: “A doação não poderá ter caráter lucrativo ou comercial. Os doadores não devem conhecer a identidade dos receptores e vice-versa, exceto na doação de gametas para parentesco de até 4º (quarto) grau, de um dos receptores (primeiro grau - pais/filhos; segundo grau - avós/irmãos; terceiro grau - tios/sobrinhos; quarto grau - primos), desde que não incorra em consanguinidade”.

Assim, a ovodoação ou doação de óvulos é uma forma de ajudar as mulheres, que por razões diversas não podem mais ter filhos com seus próprios óvulos, a vivenciar a maternidade. As candidatas à doação de óvulos devem ter no máximo 37 anos e, após estudos de compatibilidade física e sanguínea, precisam se submeter a um tratamento com medições e monitorado, seguido do procedimento de aspiração folicular. Todas as doadoras de óvulos são voluntárias e devem ser pesquisadas quanto a doenças genéticas e sexualmente transmissíveis.

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3. Posso receber óvulos de outra pessoa?

Pode sim, a ovorecepção é indicada para as mulheres que não tenham mais óvulos ou os óvulos são de baixa qualidade. A recepção de óvulos também é aconselhável para as mulheres portadoras de doenças genéticas que podem ser transmitidas para seus filhos e não são diagnosticadas pelo PGT-M (diagnóstico genético pré implantacional). Nesses casos, a paciente tem a opção de importar óvulos de bancos internacionais parceiros da Fertivitro ou aguardar por tempo indeterminado até que a clínica encontre uma doadora compatível. Os óvulos da doadora então são fertilizados com o sêmen do parceiro da receptora.

4. Posso preservar meus óvulos?

Sim, a preservação da fertilidade por meio do congelamento de óvulos é indicada para as mulheres em idade reprodutiva que desejam adiar a gravidez seja por fator profissional, seja antes do tratamento de quimioterapia ou radioterapia contra o câncer, assim como nos casos em que existe a probabilidade de comprometimento da reserva ovariana da mulher.

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5. Como funciona a inseminação com sêmen de doador?

O tratamento de inseminação artificial intrauterina (IIU) com sêmen de doador anônimo é um procedimento ético e legal, segundo o Conselho Federal de Medicina (CFM). Após a escolha do doador e entrega da amostra pelo banco de sêmen, a paciente é submetida a estimulação e indução da ovulação, realizamos o processamento da amostra de sêmen e fazemos a inseminação intrauterina no momento da ovulação da paciente. Ressaltamos que se trata de um procedimento seguro, com controle de qualidade e triagem de doenças na amostra seminal.

6. Fiz vasectomia, quais as minhas opções para ser pai?

Existem duas formas de tratar um casal em que o parceiro foi submetido à vasectomia. Primeiramente tentamos, quando indicado, fazer uma cirurgia de recanalização dos canais deferentes e, no sucesso da cirurgia, poderá ocorrer gestação espontânea. Entretanto, sabemos que após um longo tempo, existe uma redução na possibilidade de sucesso da cirurgia de reversão de vasectomia. Sendo assim, nas azoospermias obstrutivas (vasectomia) não operadas, a indicação é a fertilização in vitro (FIV) com coleta de espermatozoides diretamente dos testículos ou epidídimo.

7. Fiz laqueadura, quais as minhas opções para ser mãe?

Se você fez laqueadura, existem duas possibilidades de tratamento: a reversão cirúrgica e a fertilização in vitro (FIV). O grande inconveniente da cirurgia é que as pacientes necessitam de um tempo de recuperação pós-cirúrgico de aproximadamente 6 meses para tentar engravidar. Aproximadamente 50% das pacientes que fazem a reversão consegue obter a gestação. Após um ano sem sucesso, a indicação é a FIV. Indicamos a FIV também para pacientes acima de 35 anos, pois não é necessário aguardar para iniciar o tratamento, já que a idade é um fator crucial em relação às chances de gestação.

8. Como funciona a barriga de aluguel?

Na verdade, o termo correto é útero de substituição ou barriga solidária, já que a barriga de aluguel (que tem caráter lucrativo e comercial) é proibida no Brasil. Assim, a barriga solidária é indicada para os casais em que a mulher não possui útero, apresente alguma contraindicação para gestar, uniões homoafetivas masculinas, paternidade independente, assim como para homens transsexuais que não se sintam confortáveis para ter uma gestação. Segundo o código de Ética Médica do Conselho Federal de Medicina (CFM), a barriga solidária só poderá ser realizada quando a cedente temporária do útero tive ao menos um filho vivo e pertencer à família de um dos parceiros em parentesco consanguíneo até o quarto grau. Quando o casal não possuir parentes, é necessário solicitar um parecer junto ao CFM para autorizar o tratamento.

 

Nesse caso, a fertilização in vitro (FIV) é realizada com os óvulos da mãe biológica e os espermatozoides do parceiro. Uma vez que os embriões são formados, fazemos a transferência destes para o útero de substituição. É necessário a assinatura de um Termo de Compromisso entre o(s) paciente(s) e a cedente temporária que receberá o embrião em seu útero, estabelecendo claramente a questão da filiação da criança. Todas as despesas relacionadas a pré-natal, gestação e parto serão arcadas pelo casal.

9. Posso ser mãe na menopausa?

Se a mulher aceitar a ovorecepção é possível ser mãe na menopausa. Infelizmente, a reserva reprodutiva da mulher é limitada e normalmente termina entre os 45 a 50 anos. Sabemos que uma gestação espontânea após os 45 anos é extremamente rara, e para as mulheres que querem ter filhos com essa idade existe a necessidade da realização de tratamentos de reprodução assistida e, mesmo assim, o sucesso de uma gestação viável é extremamente baixo.

 

Geralmente, as mulheres que engravidam após os 45 anos com tratamento de reprodução humana assistida são pacientes que receberam óvulos de pessoas mais jovens, ou seja, doados ou importados de bancos de óvulos no exterior. Desse modo, os óvulos doados são fertilizados com os espermatozoides do marido da receptora e, uma vez formados os embriões, estes são transferidos para o seu útero.

10. Qual a diferença de inseminação intrauterina e fertilização in vitro?

A inseminação artificial intrauterina (IIU) é uma terapia de baixa complexidade, indicada para tratamento de algumas causas de infertilidade como, por exemplo, alterações seminais leves que possam estar dificultando o encontro dos espermatozoides com o óvulo, infertilidade sem causa aparente (ISCA) e endometriose leve. Na realização da técnica de IIU, o sêmen é preparado no laboratório, onde são selecionados os melhores espermatozoides e colocados dentro do aparelho reprodutor feminino (útero e tubas) no momento da ovulação. Já a fertilização in vitro (FIV) e a injeção Intracitoplasmática de espermatozoide (ICSI) são métodos de alta complexidade em reprodução assistida, ou seja, o encontro do óvulo e do espermatozoide é realizado no laboratório de FIV. Suas indicações são amplas, a saber: comprometimento das trompas (tubas), endometriose profunda, fator masculino importante, fatores imunológicos, infertilidade sem causa aparente (ISCA) e falha de tratamentos anteriores de IIU. Após a fertilização do óvulo pelo espermatozoide no laboratório, os embriões são transferidos para o útero da mulher.

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11. Qual a chance de ter gravidez gemelar ou múltipla?

A probabilidade de gestações gemelares ou múltiplas aumenta dependendo de como são feitos os métodos de fertilização. Numa gravidez natural, em geral apenas um óvulo é fecundado. Já na gravidez artificial, ou seja, feita nas clínicas de reprodução assistida, tenta-se formar o maior número possível de embriões de boa qualidade, produzidos de óvulos coletados da mãe e espermatozoides do pai. A depender da quantidade de embriões transferidos ao útero, eleva-se a probabilidade de gravidez, mas também de haver uma gestação múltipla.

Na Europa, onde há a maior fiscalização no que diz respeito aos tratamentos de reprodução assistida por parte dos governos, o índice de gestação gemelar está inalterado há quatro anos, mantendo-se em 26,4%. Desse número, 24,4% são gestações de gemelares, 2,0% de gestações de trigemelares e 0,04% de quadrigemelares. Com o propósito de obter taxas ainda menores de gestações múltiplas, vários centros do mundo vêm colocando em prática a transferência de poucos embriões ou de embrião único, dependendo da idade da paciente e da qualidade embrionária.

No Brasil, o Conselho Federal de Medicina (CFM), em sua Resolução n° 2.294 de 27/05/2021, determinou o número de embriões a serem transferidos de acordo com a idade da paciente, a saber:

  • mulheres com até 37 (trinta e sete) anos: até 2 (dois) embriões;
  • mulheres com mais de 37 (trinta e sete) anos: até 3 (três) embriões;
  • em caso de embriões euploides ao diagnóstico genético; até 2 (dois) embriões, independentemente da idade;
  • nas situações de doação de óvulos considera-se a idade da doadora no momento da coleta dos óvulos; e
  • nos casos de transferência de embriões congelados, é considerada a idade da paciente no momento em que os seus óvulos foram coletados.

12. Quais exames preciso fazer para me submeter a um tratamento de infertilidade?

É necessário que você faça uma avaliação hormonal, ultrassom do útero e ovários, avaliação das trompas, exames de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e espermograma do parceiro, durante o processo de Investigação da Infertilidade. Quando necessário, outros exames são solicitados segundo avaliação do especialista.

13. Tenho endometriose, qual o melhor tratamento?

A endometriose pode ou não ser um fator de infertilidade. Existem exames importantes a serem feitos para sabermos se a endometriose está ou não prejudicando a obtenção de uma gestação. Temos que lembrar que, em um terço dos casais, as causas da infertilidade são tanto da mulher assim como do homem. Porém, quando existe a endometriose grau III ou IV, ou seja, alterações da anatomia pélvica, a indicação é o tratamento de fertilização in vitro (FIV).

14. Tenho problema nas trompas, posso engravidar?

Se o seu problema é nas trompas, a indicação de tratamento é a fertilização in vitro (FIV). Uma vez que é nas trompas que os gametas (óvulo e espermatozoides) se encontram e é onde ocorre a fertilização. Então, na impossibilidade de isso ocorrer, utilizamos o laboratório de FIV, que possui as condições necessárias para que a fertilização ocorra fora do corpo. Posteriormente, transferimos o embrião fertilizado diretamente para o útero da mulher.

15. Não ovulo, como vou engravidar?

A falta de ovulação (anovulação) é uma das causas mais comuns de infertilidade conjugal, sendo a Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) a mais frequente. Entretanto, devemos descartar também outras causas de infertilidade, como fator masculino, fator tubário, fator uterino etc. Uma vez que definimos a anovulação como sendo a única causa de infertilidade, iniciamos o tratamento com medicamentos para induzir a ovulação e programamos as relações sexuais para o momento correto do período ovulatório (namoro ou coito programado). Quando não conseguimos o objetivo após três tentativas com esse tratamento, é provável passarmos para a inseminação intrauterina (também três tentativas). E, do mesmo modo, no insucesso, indicamos a fertilização in vitro (FIV).

16. Existe algum efeito colateral com o uso de hormônios?

Geralmente não, porque os hormônios são iguais aos hormônios que já circulam no nosso organismo e são usados por um período curto. Entretanto, nos tratamentos de fertilização assistida de FIV e ICSI, quando a paciente tem a Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) e um resultado do exame Hormônio Anti-Mülleriano (AMH) alto, existe o risco do uso de hormônios resultar em uma resposta acima do normal dos ovários. Por conseguinte, a paciente pode apresentar a Síndrome de Hiperestímulo Ovariano (SHO), ou seja, quando há quantidade muito grande de óvulos.

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17. Qual a duração do tratamento de infertilidade?

Em média, o tratamento indicado após a realização de todos os exames dura de 15 a 20 dias. Aqui na Fertivitro Centro de Reprodução Humana, o tratamento começa, na maioria das vezes, no início da menstruação.

18. Quantos embriões posso transferir?

Depende da idade da paciente no momento da coleta dos óvulos, ou da idade da doadora, assim como da qualidade do embrião, podendo chegar a um limite de 3 embriões. Isso se deve ao fato estatístico de que, geralmente, um número superior a este não aumenta as taxas de gravidez, mas sim a taxa de gestação múltipla. Vale ressaltar que mais de 95% das gravidezes obtidas pela FIV ou ICSI são de 1 ou 2 fetos. Assim, definimos o número de embriões para transferência em comum acordo com o casal, desde que respeitadas as normas éticas do Conselho Federal de Medicina (CFM).

De acordo com a Resolução CFM n° 2.294 de 27/05/2021, o número de embriões a serem transferidos são determinados da seguinte forma:

  • mulheres com até 37 (trinta e sete) anos: até 2 (dois) embriões;
  • mulheres com mais de 37 (trinta e sete) anos: até 3 (três) embriões;
  • em caso de embriões euploides ao diagnóstico genético; até 2 (dois) embriões, independentemente da idade; e
  • nas situações de doação de óvulos, considera-se a idade da doadora no momento de sua coleta.
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19. Quando procurar um tratamento para engravidar?

De fato, a chance de um casal obter uma gestação em cada ciclo menstrual da mulher é de 15%, ou seja, após 1 ano de vida sexual ativa sem métodos anticoncepcionais, 80% dos casais já terão conseguido uma gestação. Sendo assim, após 1 ano, é importante procurar por um especialista em Reprodução Humana Assistida para que seja iniciada a investigação da infertilidade do casal. Em mulheres acima de 35 anos, recomendamos a procura de um especialista após 6 meses de vida sexual ativa sem métodos anticoncepcionais.

20. Como funciona a produção independente?

A paternidade ou maternidade independente, também conhecida como produção independente, é um procedimento ético e legal segundo as normas éticas do CFM. Tecnicamente, na maternidade independente utilizamos espermatozoides de banco de sêmen nacional ou internacional, a depender da escolha da paciente, e fazemos a inseminação artificial intrauterina no momento da sua ovulação ou a fertilização in vitro para mulheres acima dos 35 anos.

Já na paternidade independente, utilizamos óvulos de doadoras ou de parente de até 4° grau, e fazemos a fertilização in vitro no laboratório. Para esses casos, o futuro pai solo também precisará de um útero de substituição ou barriga solidária para gestar o embrião fertilizado.

 

21. Até que idade posso engravidar?

Sem dúvida, a chance de você engravidar vai diminuindo de acordo com a idade e se torna crítica após os 40 anos. Nessa faixa de idade, grande parte das gravidezes já não ocorre espontaneamente, é preciso recorrer a outras técnicas que favoreçam a fertilidade. Normalmente, uma gestação espontânea após os 45 anos é extremamente rara. E, ainda assim, há os riscos de doenças cromossômicas que aumentam com a idade, juntamente com as chances de aborto. Assim, para as mulheres que desejam engravidar após os 40 anos ou até mesmo na menopausa, existem tratamentos de reprodução humana assistida como, por exemplo, a fertilização in vitro com ovodoação, que podem ajudar a obter a gestação desejada.
Idade da mulher Taxa de gravidez
< 35 anos 37,3%
35-39 anos 29,1%
40 anos ou mais 37,3%
Fonte: Rede Latino-americana de Reprodução Assistida (RLA) 2000

22. Meu marido tem azoospermia, o que fazer?

Antes de tudo, necessitamos saber qual a causa da azoospermia com a realização de exames genéticos, como cariótipo e pesquisa de microdeleção do cromossomo Y, para então sabermos o prognóstico do sucesso de encontrarmos espermatozoides no testículo ou epidídimo. Após, indicamos a biópsia, ou seja, a retirada de um pequeno fragmento do testículo, seguida de análise, para sabermos se existe a formação de espermatozoides e, caso sejam encontrados, realizamos a injeção intracitoplasmática de espermatozoide (ICSI).

23. Qual a minha chance de engravidar após a inseminação artificial intrauterina (IIU) e após a fertilização in vitro (FIV e FIV com ICSI)?

De fato, os índices globais de sucesso da concepção assistida são superiores aos da natureza. Assim, a chance de um casal obter uma gestação em cada ciclo menstrual da mulher é de 15%, em contrapartida o índice de sucesso por ciclo de gravidez após a IIU é de 20% e após a FIV ou FIV com ICSI é de 40 a 50%. Como as probabilidades de sucesso continuam a aumentar, após 4 tentativas, o índice “cumulativo” de gravidez pode chegar a 90% por casal. A concepção, entretanto, é menor em mulheres acima dos 40 anos.

Idade da mulherTaxa de gravidez clínica
< 35 anos37,3%
35-39 anos29,1%
40 anos ou mais21,0%

Fonte: Rede Latino-americana de Reprodução Assistida (RLA) 2000

24. Embriões podem ser congelador e por quanto tempo?

Existe apenas uma razão para abandonar o ciclo de tratamento, que se refere a uma má resposta da paciente ao desenvolvimento dos folículos. Mesmo com a utilização de doses crescentes de medicação, o ovário pode não responder ou responder insuficientemente e, como resultado, desenvolver poucos folículos com baixa resposta hormonal. A chance é minimizada pelo monitoramento preciso, por meio do exame de ultrassom transvaginal (USG TV) realizado a cada ciclo, e adequando a dose de medicamentos de forma individualizada. Desse modo, se houver qualquer possibilidade de risco da paciente não possuir óvulos maduros, o ciclo é cancelado e outro é iniciado no próximo mês.

25. Quais são as razões para o cancelamento do tratamento?

Existe apenas uma razão para abandonar o ciclo de tratamento, que se refere a uma má resposta da paciente ao desenvolvimento dos folículos. Mesmo com a utilização de doses crescentes de medicação, o ovário pode não responder ou responder insuficientemente, desenvolvendo poucos folículos com baixa resposta hormonal. A chance é minimizada pelo monitoramento preciso, por meio do exame de ultrassom transvaginal (USG TV) realizado a cada ciclo, e adequando a dose de medicamentos de forma individualizada. Desse modo, se houver qualquer possibilidade de risco da paciente não possuir óvulos maduros, o ciclo é cancelado e outro ciclo é iniciado no próximo mês.

Se você ainda tem dúvidas sobre infertilidade e reprodução humana assistida, agende uma consulta com nosso especialista para uma avaliação e para esclarecer todas as suas dúvidas!

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